﻿{"id":3849,"date":"2020-08-14T07:27:24","date_gmt":"2020-08-14T10:27:24","guid":{"rendered":"http:\/\/geoparkararipe.urca.br\/?p=3849"},"modified":"2020-08-14T07:31:45","modified_gmt":"2020-08-14T10:31:45","slug":"pesquisadores-anunciam-novo-fossil-de-lagostim-da-antartica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/?p=3849","title":{"rendered":"Pesquisadores anunciam novo f\u00f3ssil de lagostim da Ant\u00e1rtica"},"content":{"rendered":"<p><em>Descoberta da nova esp\u00e9cie de Hoploparia aconteceu em expedi\u00e7\u00e3o realizada \u00e0 Ilha James Ross, Pen\u00ednsula Ant\u00e1rtica, em 2016<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3850 aligncenter\" src=\"http:\/\/geoparkararipe.urca.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/image-300x212.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"212\" srcset=\"https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/image-300x212.png 300w, https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/image-768x543.png 768w, https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/image-1024x724.png 1024w, https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/image.png 1681w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/em><\/p>\n<p><em>A pesquisa foi publicada, hoje, na POLAR RESEARCH<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pesquisadores do Museu de Paleontologia Pl\u00e1cido Cidade Nuvens\/URCA, do Museu Nacional\/UFRJ, da Universidade do Contestado e da Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo apresentaram hoje, dia 13 de agosto, um novo f\u00f3ssil de lagostim encontrado na Ilha de James Ross, na Pen\u00ednsula Ant\u00e1rtica, em expedi\u00e7\u00e3o realizada pelo projeto PALEOANTAR, em 2016.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tratam-se de dois esp\u00e9cimes que foram classificados no g\u00eanero\u00a0<em>Hoploparia<\/em>\u00a0em uma nova esp\u00e9cie,\u00a0<em>H. echinata<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cApesar de n\u00e3o ter representantes atuais, os f\u00f3sseis desse g\u00eanero de lagostim foram encontrados em camadas de diferentes partes do mundo, em um total de 67 esp\u00e9cies. Entretanto, no continente Ant\u00e1rtico, eram conhecidas, at\u00e9 o momento, apenas tr\u00eas esp\u00e9cies, sendo esta uma nova,\u00a0procedente da Ilha James Ross\u201d, explica o diretor do\u00a0Museu\u00a0de\u00a0Paleontologia\u00a0Pl\u00e1cido\u00a0Cidade\u00a0Nuvens\/URCA,\u00a0Allysson Pinheiro. A coletiva de imprensa, que ocorreu em sala virtual, para apresenta\u00e7\u00e3o da nova descoberta ainda contou com a presen\u00e7a do Reitor da URCA, Francisco do O\u2019 de Lima J\u00fanior, e do Vice-Reitor, Carlos de Oliveira Kleber.<\/p>\n<p>O material foi coletado na \u00e1rea denominada de Lachman Crags em janeiro de 2016, quando os pesquisadores participavam da OPERANTAR 34. As rochas onde foram encontrados os f\u00f3sseis sugerem que o animal vivia em ambientes marinhos rasos, com fundo arenoso.<\/p>\n<p>Os pesquisadores acreditam que o animal, semelhante a outros lagostins, deveria cavar tocas e ser um predador de emboscadas, por causa de sua pin\u00e7a. Essas pin\u00e7as, grandes e fortes, podiam ser usadas inclusive para capturar peixes. Al\u00e9m disso, a pin\u00e7a espalmada e ampla, facilitava a escava\u00e7\u00e3o de sua toca. Estima-se que o animal viveu no Per\u00edodo Cret\u00e1ceo, durante o Campaniano, h\u00e1 cerca de 75 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p>\u201cA descoberta dessa nova esp\u00e9cie de\u00a0<em>Hoploparia<\/em>\u00a0certamente n\u00e3o ser\u00e1 a \u00fanica do grupo. Em 2018, os pesquisadores estiveram por 50 dias no The Naze (parte da ilha James Ross), onde foram coletados dezenas de f\u00f3sseis de lagostas e outros crust\u00e1ceos que est\u00e3o em estudo. Certamente, em breve, teremos mais novidades sobre esse grupo de animais que viveram na Ant\u00e1rtica durante o per\u00edodo Cret\u00e1ceo\u201d, explica Alexander Kellner, paleont\u00f3logo e diretor do Museu Nacional\/UFRJ.<\/p>\n<p><strong>Anatomia<\/strong><\/p>\n<p>O f\u00f3ssil \u00e9 classificado como\u00a0<em>Hoploparia echinata<\/em>, do latim\u00a0<em>echinatus<\/em>, que significa espinhoso, e se refere \u00e0 caracter\u00edstica espinhosa das pernas e terceiros maxil\u00edpedes. Essa fei\u00e7\u00e3o espinhosa \u00e9 uma das principais caracter\u00edsticas de distin\u00e7\u00e3o para as demais esp\u00e9cies de\u00a0<em>Hoploparia<\/em>. A atribui\u00e7\u00e3o ao g\u00eanero se d\u00e1 especialmente pela ornamenta\u00e7\u00e3o do cefalot\u00f3rax (carapa\u00e7a), que possui um padr\u00e3o de sulcos, espinhos e carenas bem definidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cPossivelmente esse animal n\u00e3o vivia em grandes comunidades, at\u00e9 porque os lagostins s\u00e3o normalmente animais territorialistas. Eventualmente eles podem conviver, como na \u00e9poca da reprodu\u00e7\u00e3o ou quando se alimentam de carca\u00e7as dispon\u00edveis no fundo do oceano. S\u00e3o interpreta\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas a partir do material coletado, das suas formas morfol\u00f3gicas e do ambiente onde o material foi encontrado\u201d, explica William Santana, pesquisador visitante da Universidade Regional do Cariri\/URCA.<\/p>\n<p><strong>Descoberta<\/strong><\/p>\n<p>A Ilha James Ross, em um per\u00edodo entre 70 a 80 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s &#8211; \u00e9poca do f\u00f3ssil-, era muito diferente da que conhecemos hoje. Naquele momento, a \u00e1rea estava coberta por um mar raso (bacia de retro-arco, fruto da atividade tect\u00f4nica), com uma grande variedade faun\u00edstica (tubar\u00f5es, amonites, corais, r\u00e9pteis, etc), e com uma temperatura mais elevada do que as registradas atualmente. A grande \u201cquebra\u201d do Gondwana, na por\u00e7\u00e3o sul do supercontinente Pangeia, j\u00e1 havia acontecido, mas a distribui\u00e7\u00e3o dos continentes e as correntes marinhas, ainda eram bem diferentes do que conhecemos atualmente.<\/p>\n<p>Segundo o ge\u00f3logo, Luiz Carlos Weinschutz, do Centro Paleontol\u00f3gico da Universidade do Contestado, a Geologia somada ao conhecimento dos f\u00f3sseis que est\u00e3o inseridos nessas rochas, ajudam a \u201cler\u201d os cap\u00edtulos da hist\u00f3ria da Terra e da vida, permitindo compreender os acontecimentos daquela \u00e9poca, entender o que ocorre atualmente e prever quest\u00f5es futuras\u201d.<\/p>\n<p>\u201cVale ressaltar que o conhecimento geol\u00f3gico da Ant\u00e1rtida \u00e9 muito recente, faz apenas 200 anos que o ser humano chegou ao continente, e apenas 40 anos que brasileiros fazem pesquisas por l\u00e1. Por ser recoberta por uma espessa camada de gelo permanente (98%), sendo comum as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adversas, o acesso tem log\u00edstica complicada e cara. Tudo isso dificulta o desenvolvimento de pesquisas em terras austrais, muito j\u00e1 se fez, mas ainda temos muito para fazer\u201d, destaca Weinschutz.<\/p>\n<p><strong>Processo<\/strong><\/p>\n<p>Assim que descoberto, o f\u00f3ssil de lagosta foi para o Museu Nacional\/UFRJ juntamente com 1,5 toneladas de f\u00f3sseis que foram coletadas nessa expedi\u00e7\u00e3o. Ao chegar ao Museu, o material foi triado e enviado aos pesquisadores parceiros que integram o projeto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A prepara\u00e7\u00e3o desse f\u00f3ssil (retirada da rocha que recobria algumas partes do material) aconteceu no Laborat\u00f3rio de Paleontologia da URCA, outro grupo de parceiros do PALEOANTAR, sob a coordena\u00e7\u00e3o do Dr. \u00c1lamo Saraiva.<\/p>\n<p>\u201cFoi um trabalho dif\u00edcil, pelo fato de tratar-se de um exemplar preservado em um calcarenito muito duro. Portanto, identificar as estruturas dobradas uma sobre as outras foi um trabalho de muita paci\u00eancia\u201d, comenta\u00a0o paleont\u00f3logo da Universidade Regional do Cariri, \u00c1lamo Saraiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cReconstruir o\u00a0<em>Hoploparia<\/em>\u00a0foi um grande desafio art\u00edstico e cient\u00edfico, que exigiu o uso de v\u00e1rias t\u00e9cnicas, como desenho, pintura e escultura, al\u00e9m da observa\u00e7\u00e3o cuidadosa do f\u00f3ssil\u201d, comenta Maur\u00edlio Oliveira, respons\u00e1vel pela paleoarte do f\u00f3ssil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ant\u00e1rtica<\/strong><\/p>\n<p>A Ant\u00e1rtica \u00e9 considerada como \u00faltima fronteira do conhecimento cient\u00edfico, o que tem gerado um movimento crescente de visitas t\u00e9cnicas por parte de pesquisadores do mundo todo. E apesar do enorme potencial para pesquisas em diferentes \u00e1reas da ci\u00eancia, a dificuldade de acesso ao continente gelado segue como um grande desafio. Dentre essas atividades est\u00e1 o estudo dos f\u00f3sseis, das adapta\u00e7\u00f5es sofridas por esses organismos e das rela\u00e7\u00f5es de parentesco entre as diferentes esp\u00e9cies que habitaram o planeta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cMuitas pessoas acreditam que fazemos escava\u00e7\u00f5es no gelo ou na neve, mas n\u00e3o \u00e9 o caso. Os f\u00f3sseis est\u00e3o preservados nas rochas, e para encontr\u00e1-los n\u00e3o pode haver neve na superf\u00edcie. Por isso, as expedi\u00e7\u00f5es s\u00f3 podem ocorrer durante os ver\u00f5es, em uma curta janela de tempo\u201d, explica a paleont\u00f3loga Taissa Rodrigues, da Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA ilha de James Ross tem um dos acervos fossil\u00edferos mais ricos da Ant\u00e1rtica. A descoberta de uma nova esp\u00e9cie de lagostim confirma esse enorme potencial e a import\u00e2ncia do desenvolvimento cont\u00ednuo de pesquisas em paleontologia na regi\u00e3o\u201d, comenta o pesquisador da Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo, Rodrigo Figueiredo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cDo ponto de vista paleontol\u00f3gico, a Ant\u00e1rtica pode ser considerada uma regi\u00e3o praticamente desconhecida. Nesse cen\u00e1rio, h\u00e1 mais de 10 anos, o projeto PALEOANTAR vem coletando evid\u00eancias f\u00f3sseis desde o per\u00edodo Cret\u00e1ceo (h\u00e1 90 milh\u00f5es de anos) at\u00e9 o Pale\u00f3geno (h\u00e1 30 milh\u00f5es de anos). Utilizamos essas informa\u00e7\u00f5es para entender a biodiversidade e os processos atuantes para estudar a atual distribui\u00e7\u00e3o dos organismos, al\u00e9m das mudan\u00e7as ambientais sofridas pelo nosso planeta ao longo desse tempo\u201d, ressalta a paleont\u00f3loga Juliana Say\u00e3o, do Museu Nacional\/UFRJ.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Museu de Paleontologia\/URCA e o Museu Nacional\/UFRJ t\u00eam uma hist\u00f3ria de colabora\u00e7\u00e3o de longa data. S\u00e3o 20 anos realizando pesquisas na Bacia Sedimentar do Araripe e agora, tamb\u00e9m, em projetos fora da regi\u00e3o atrav\u00e9s do PALEOANTAR.<\/p>\n<p>O projeto PALEONTAR tem como objetivo espec\u00edfico compreender a biodiversidade do passado do continente Gondwana, do qual faziam parte a Am\u00e9rica do Sul, Ant\u00e1rtica, \u00c1frica, Austr\u00e1lia e \u00cdndia. Para isso o projeto conta com uma equipe interinstitucional internacional coordenada pelo Dr. Alexander Kellner do Museu Nacional\/UFRJ e pela Dra Juliana Say\u00e3o, em colabora\u00e7\u00e3o com pesquisadores do Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil, da China, Canad\u00e1, Chile e Inglaterra.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assinam o artigo Allysson P. Pinheiro, Ant\u00f4nio \u00c1. F. Saraiva, William Santana, Juliana M. Say\u00e3o, Rodrigo G. Figueiredo, Taissa Rodrigues, Luiz Carlos Weinschultz, Luiza C. M. de O. Ponciano e Alexander W. A. Kellner.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Link da publica\u00e7\u00e3o do artigo:<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/polarresearch.net\/index.php\/polar\/article\/view\/3727\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/polarresearch.net\/index.php\/polar\/article\/view\/3727&amp;source=gmail&amp;ust=1597492468733000&amp;usg=AFQjCNEw1MEvCydAp3gsMm4EFqHX3PWBgQ\">https:\/\/polarresearch.net\/index.php\/polar\/article\/view\/3727<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Mais informa\u00e7\u00f5es<br \/>\n<\/strong>Trevo Solu\u00e7\u00f5es em Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 Assessoria de comunica\u00e7\u00e3o do Museu Nacional<strong><br \/>\n<\/strong>Tel.: 21.2544-6203 e 11.3090-2842<strong><br \/>\n<\/strong>M\u00e1rcio Martins (<a href=\"mailto:marcio.martins@trevocomunicativa.com.br\">marcio.martins@trevocomunicativa.com.br<\/a>)<\/p>\n<p>Dayane Barbosa (<a href=\"mailto:dayane.barbosa@trevocomunicativa.com.br\">dayane.barbosa@trevocomunicativa.com.br<\/a>)<br \/>\nCarolina Feital (<a href=\"mailto:carolina.feital@trevocomunicativa.com.br\">carolina.feital@trevocomunicativa.com.br<\/a>)<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.trevocomunicativa.com.br\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.trevocomunicativa.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1597492468733000&amp;usg=AFQjCNGIl8hcs4manj1IuWuwsZmG6msw1w\">www.trevocomunicativa.com.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assessoria de comunica\u00e7\u00e3o da Universidade Regional do Cariri<\/p>\n<p>Tel.: 88. 31021218 e 88. 999153450 (<a href=\"mailto:assecom@urca.br\">assecom@urca.br<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descoberta da nova esp\u00e9cie de Hoploparia aconteceu em expedi\u00e7\u00e3o realizada \u00e0 Ilha James Ross, Pen\u00ednsula Ant\u00e1rtica, em 2016 \u00a0 A pesquisa foi publicada, hoje, na POLAR RESEARCH. &nbsp; Pesquisadores do &#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":3850,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[29],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3849"}],"collection":[{"href":"https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3849"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3849\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3851,"href":"https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3849\/revisions\/3851"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3850"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3849"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3849"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/geoparkararipe.urca.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3849"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}